sexta-feira, 30 de julho de 2010

Em casa

                                                  Foto: Rafaela Brittz


"Vim aqui me buscar para varrer entulhos.
Passar a limpo alguns rascunhos.
Resgatar o viço do olhar.
Trocar de bem com a vida.
Rir com Deus, outra vez.
Vim aqui me buscar para não me contentar com a mesmice.
Para dizer minhas flores.
Para não me surpreender ao me flagrar feliz.
Para ser parecida comigo. Para me sentir em casa, de novo."

(Ana Jácomo)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

A infeliz perda da inocência...




Queria que não perdêssemos a inocência daquela época. Não digo para pararmos no tempo, afinal a evolução é uma necessidade humana, mas gostaria que as coisas boas nos fossem acumulativas. A espontaneidade e a emoção de um beijo, a satisfação de simples momentos com as pessoas que amamos, a necessidade de uma ligação para contar de um olhar, uma palavra, uma novidade qualquer.. até mesmo aquele pensamento de que será “para sempre”. Coisas que se analisarmos hoje em dia, ou depois de determinado tempo se tornaram tão banais.

Coisas que se perdem ou se mutualizam em meio a correria, a rotina, aos desejos e as ofertas que nos são oferecidas. Infelizes aqueles que se tornam unicamente racionais e tomados pelas necessidades do mundo. Mas benditos aqueles que ainda assim, a mercê disto tudo, ainda reconhece o valor da simplicidade. Ou que sentem saudades, mesmo aderindo a essa “rotina de necessidades humanas mecanizadas”.

Sim, o homem precisa evoluir, amadurecer e ir atrás do que lhe é necessário para sua sobrevivência, mas por que precisamos deixar para trás a inocência e sutileza de certas coisas? Talvez porque inocência não combine com crescimento. E simplicidade não combine com modernidade.

Mas todos esquecem de que na ciência o ser humano é um homo sapiens e mesmo com toda a evolução da espécie nunca deixará de sê-lo. E que na verdade o mesmo, para os fiéis, é criação de Deus e dependente Dele e isso não passará a ser diferente em nenhum momento.

Mas como uma pessoa que sempre estará em formação de idéias, ideais e conhecimento, creio que essas minhas indagações sejam resultante do sentimento da saudade. Da saudade de épocas, situações, emoções e espontaneidade que infelizmente através do tempo e da vida vão se perdendo.

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- Texto que fiz há cerca de um ano atrás, em um momento de mta saudade e nostalgia!
Às minhas melhores amigas, que me matam em suas ausências e me dão vida com suas presenças! ♥

terça-feira, 6 de julho de 2010

moRe one retuRn





"É muito bom voltar para mim sobrevivida do vendaval das emoções."
[Elisa Lucinda]

quinta-feira, 24 de junho de 2010

og




hoje eu preciso desabar...
seja em choro, risos ou versos.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Filho único!



Não, na verdade tenho enganado todo e qualquer misterioso leitor desse blog: não são bárbaras as minhas palavras. Para ser sincera de nada tenho de Bárbara na vida além do nome. Não inspiro ninguém a escrever sobre mim, a pensar sobre mim ou a reproduzir minhas palavras. Minto: uma vez alguém leu meu falecido blog e copiou trechos de um texto meu. Cabe muito dizer que aquele foi meu melhor texto. Meu orgulho. O fiz inteiramente de coração e pensando em pessoas que amo. Hoje já não lembram, mas em mim ficou marcado. O filho mais bonito, a criação mais sincera. Depois deles só houve bastardos, mas continuo a procriação das frases. Um dia sei que há de sair bárbaras palavras novamente de mim.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Musical




eis que as notas dançantes me levam a voar
pensamentos se encontram em puro êxtase
O momento é ganho
A tranquilidade é plena
a letra da música casada com a melodia borda
um momento de paz
em meio a correria da contemporaniedade
o ônibus freia bruscamente:
a realidade me chama.

sábado, 12 de junho de 2010

à ele...




... meu maior incentivador: Feliz Dia dos Namorados!
Te amo muito!

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"...uma pessoa (...)se ainda tiver um amor como abrigo no final de cada dia cansativo, vai enfrentar seus desafios no dia seguinte com muito mais vigor e alegria."

Marla de Queiroz