quinta-feira, 17 de junho de 2010

Musical




eis que as notas dançantes me levam a voar
pensamentos se encontram em puro êxtase
O momento é ganho
A tranquilidade é plena
a letra da música casada com a melodia borda
um momento de paz
em meio a correria da contemporaniedade
o ônibus freia bruscamente:
a realidade me chama.

sábado, 12 de junho de 2010

à ele...




... meu maior incentivador: Feliz Dia dos Namorados!
Te amo muito!

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"...uma pessoa (...)se ainda tiver um amor como abrigo no final de cada dia cansativo, vai enfrentar seus desafios no dia seguinte com muito mais vigor e alegria."

Marla de Queiroz

quarta-feira, 5 de maio de 2010

σοφία

Há alguns meses escrevi um texto sobre a falta de Inspiração, que embora talvez bem escrito não me deu o retorno desejado. Hoje relato nesse espaço, que me funciona de gaveta de textos, a procura de algo mais fundamental, raro e complexo de se obter. Não farei como os antigos romanos que acreditavam que a teriam, seguindo a filosofia estóica, mas quero fazer como Salomão, que simplesmente pediu a Deus e foi o homem mais sábio de todos os tempos.
Peço a Deus o que mais necessito nesse momento, o que me dará discernimento para julgar e tomar a melhor decisão. Se você conhece a história de Salomão é provável que já tenha entendido essas minhas complexas palavras, caso contrário me entrego: busco por sabedoria!


"Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus,
que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada
.

Peça-a, porém, com , não duvidando; pois aquele que duvida é semelhante
à onda do mar, que é sublevada e agitada pelo vento."



(Tiago 1:5-6)





Fecho assim, mais uma vez, a gaveta.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Mário Quintana me entendia..


"O papel está hoje com uma abominável falta de imaginação.. continua.. apenas.. olhando-me.. vazio.. mais quadrado do que nunca.."


(Mário Quintana)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Cartas (Parte I)


Hoje fiz uma coisa que não fazia há tempos: escrevi uma carta... a mão!
Esse tipo de coisa se simplifica hoje em dia com um tamborilar de dedos sobre o teclado de um computador.
As cartas tiveram seus lugares usurpados por frívolos scraps e depoimentos de orkut, e pelos e-mails na velocidade da luz.
Nada contra a eficiência e rapidez da tecnologia, mas bandeira branca a favor da singularidade uma carta escrita a mão. No meio a tanta agilidade e correria isso me é particularmente uma demonstração de delicadeza especial ao destinatário. É a sua letra, são os seus erros de português, as suas rasuras. Como podem não valorizar a singularidade da escrita de uma carta?
Nada de encaminhar um e-mail para todos da sua lista por simples praticidade!
A instantaneidade da tecnologia é encantadora e devemos usufruir dela, mas de quando em vez experimente escrever a mão para alguém próximo mesmo, ou ainda, utilize o correio para criar uma expectativa da chegada.
Às vezes a falta de instantaneidade faz de um simples gesto algo bem mais sincero e “mágico”!


Ps: esse texto é intitulado Cartas I pois sei que ainda escreverei em algum outro momento sobre esse tema...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Suba no salto!



Hoje optei pela altura ao invés do conforto. Há tempos não aderia ao salto alto por pura preguiça. Nada melhor do que passar o dia de rasteirinha, já que não pode ser descalça. Com rasteirinha eu não faço esforço pra andar direito, eu não viro (tanto!) o pé, com ela eu me sinto mais a vontade. Mas essa manhã a sandália que comprei há três meses me mandou um recado telepático de dentro da caixa em que ela mora: “Preciso passear! Que tal ver as coisas de outro ângulo hoje?”. Cedi, fui trabalhar de salto.
E vi que interessantemente com ele me senti, além de mais alta, mais mulher. É incrível a diferença que um simples salto faz. A roupa é do mesmo grau de simplicidade e conforto que uso todos os dias, mas com mais esse adereço em meus pés... eu estava mais arrumada, mas alta, mais feminina.
O acessório embora nada tenha a ver com a cintura definiu meu corpo, embora nada tenha a ver com o rosto, transmitiu para os outros que eu estava de bom humor. (Não que quando uso rasteirinha signifique que eu esteja de mau humor... é tudo uma questão de disposição para se arrumar). Ou seja, o salto fala por mim.
Provavelmente para quem usa constantemente qualquer tipo de salto alto acabei falando algo muito óbvio, mas pra quem como eu nem sempre está disposta a usufruir desse adereço feminino completo um conselho famoso traduzido por Pedro Bial (sendo minha versão exclusivamente para mulheres): “Use filtro solar... e suba no salto.”

sábado, 23 de janeiro de 2010

(...)

"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..."